domingo, novembro 06, 2005

Massagem Infantil - última sessão

Hoje foi a última sessão da massagem infantil... nós não fomos e por isso não sei dizer em que parte do corpo se focou esta última aula...

Tive muita pena de não ter podido estar presente e muita pena de não ter participado na "cerimónia" de encerramento... gostava de ter estado com as outras mamãs e com os outros bebés... gostava de me ter podido despedir de todos...

Nós não fomos porque a mamã estava "doente"... tive uma paregem digestiva e por isso não me sentia minimamente em condições para ir até Sesimbra e para conseguir aproveitar a sessão...

Espero que tenha corrido tudo bem e que a
Sandra sempre faça a tal aula mensal para recapitularmos tudo o que aprendemos!

sábado, novembro 05, 2005

"Totoloto"

Hoje tivemos um dia complicado... mas no final revelou-se ser um dia de sorte.

O papá foi trabalhar das 8h às 16h para o hospital e a mamã precisava de fazer muitas comprinhas lá para casa... a nossa sorte foi a avó Lina, que mais uma vez foi ter connosco à praça para nos ajudar com os sacos.

O avô Zé M. e o tio Ricardo também lá foram ter, mas só para tomarem o pequeno-almoço connosco e matarem as saudadinhas que já tinham de ti, porque depois tiveram de ir tratar de umas coisas.

Andaste o tempo todo ao colinho da mamã "apoiado" pelo pano... tu adoras andar ali, encostadinho a mim... as pessoas é que olham para a mamã como se fosse louca, mas a verdade é que é muito bom para transportar bebés e tu adoras... até acabaste por adormecer...

Comprámos tudo o que tinhamos a comprar e foi quando estava a procurar a chave do carro, para a ter à mão para o abrir rapidamente, que verifiquei que não a tinha guardado... deu-me um "click"... dei-te à avó que também ficou com os sacos ao pé dela, e fui a correr até ao carro... o que eu imaginava tinha acontecido... a mamã tinha-se esquecido da chave do carro na porta do lado do pendura... SIM O CARRO ESTAVA ABERTO E COM A CHAVE NA PORTA, DO LADO DE FORA!!!

Para mim foi como se me tivesse saído o totoloto... foi uma sorte ninguém ter mexido no carro... Fui ter convosco, levámos a avó a casa e depois fomos para a nossa... Tu deves ter ficado cansado com as compras porque só acordaste muito depois da tua hora de almoço. A mamã optou por não te dar sopa mas sim maminha, e tu adoraste a troca... e depois... depois dormimos os dois uma sesta!

sexta-feira, novembro 04, 2005

Amamentação (escrito na cor da ternura e do carinho)

Margarida Pinto Correia conta-nos como foi amamentar.

“ O quê, vais dar peito? Que horror, parecem umas vacas!” assim tal-qual, uma das minhas melhores amigas e mãe de duas garbosas raparigas! “Sempre para ali a pingar…” o nojo era evidente. E eu, tão calma, estava segura de que ía dar peito, sim. Achava era que com as maminhas pequeninas como são as minhas, a coisa não ía ser nada de especial…

O Nuno nasceu no Verão, num parto muito mais complicado do que a deliciosa gravidez tinha prometido, e por isso teve de ir para incubadora. Na Alfredo da Costa ajudaram-me a ir-lhe mostrando como era que a coisa humana funcionava, a encostá-lo ao peito, a convencê-lo que dali vinha coisa boa. Milagre concretizado, no dia seguinte era eu que tinha leite para dar e vender – e as enfermeiras pacientemente lá me ensinaram a tirá-lo com a bomba, que eu que fosse paciente também, que ele havia de aprender. Aprendeu. E o leite transformou-se num deleite, num momento único, como nunca mais iremos ter, de cumplicidades, ternura (essa sim, escorria)… bocadinhos só nossos, como não volta a haver. Teremos sempre muitas coisas boas, fisicamente entre nós, porque aqueles foram momentos absolutamente maravilhosos.

E o estado em que a Natureza me deixou, que Graça, um busto que só de ver nas fotografias hoje em dia acredito! As maminhas funcionavam, sim senhores, e estavam enormes!

Até para a auto estima, nestes momentos em que deixamos de ser o centro do Mundo para que eles sejam…

Mas desenganem-se os cientificamente estanques: a sabedoria popular tem razão, sim. Habituei-me à cerveja preta sem álcool, e como adoro salmão e bacalhau, abusei do pretexto antigo de que dão bom leite, e fui comendo sempre que podia. Mas sabia, lá no fundo, que provavelmente aquilo era só conversa antiga, e que eu estava era a aproveitar uma boa ideia… Até ao dia em que, alheada dos ditos populares, fui com uns amigos à “chinchada” a uma figueira conhecida, recheadinha de figos, fruto do meu mais profundo prazer. Nessa tarde e noite, alarvei em figos como se não houvesse amanhã. Adorava aquilo, e mal não me faria. Acordei a meio da noite, antes da hora da mamada (ele tinha 3 meses nessa altura): Agora sim, parecia uma vaca leiteira! Estava cheia até mais não, deitava por fora, literalmente, sem controlo possível. A produção NUNCA foi tão profícua, nunca foi tão abundante. Tirei, tirei, tirei com a bomba, e no fim de tirar, tirar, tirar, ele acordou e mamou, mamou, mamou até já não poder mais…

De qualquer forma, em geral, eu tinha leite a mais. Tirava em casa, com bomba manual, e congelava, para se um dia eu não estivesse e houvesse uma emergência.

Funcionava tudo como previsto: Antes dele acordar, subia-me o leite…. Ou se a voz dele chamava. Maquinal, perfeito. Tive um caroço grande e chato, e fiz tudo o que nos ensinam os pediatras e as enfermeiras e os livros, mas parecia que era inabalável. E que o bebé não tinha fome que chegasse nunca. É só uma questão de paciência, de cabeça, de saber dizer que não às visitas (eu nessa altura ainda não sabia…), de não querer ser super-mulher. Ajuda muito, a cabeça.Até para fazer leite, ou para o ajudar a não ser desperdício.

O Nuno mamou exclusivamente até às papas serem alternativa diurna e eu ir trabalhar. Mas continuou a mamar sempre, de manhãzinha e à noite, cinco meses. Até um dia, quando já era só mais por mimo meu do que por ele, em que tive um desgosto terrível, dolorosíssimo. Nessa noite quando lá cheguei, á boca dele, já só havia hábito, leite nem vê-lo. E ele achou muito natural…

O bebé seguinte veio a jacto, e um bocadinho depois de nascer, também na MAC, quando a enfermeira me perguntou se o queria pôr ao peito, eu disse “hum, podemos tentar, mas eu ainda não tenho leite nenhum…” já não tinha dúvidas que ía ter, que ía ser bom, mas achava que só mais lá para o dia seguinte… Foi só pô-lo a jeito. Agarrou-se logo à maminha, e o leite, ou o que o anunciava, apareceu. Novo milagre.

Mas desta vez ele mamava tanto, eu gostava tanto, e a coisa era tão boa em geral, que claro que a produção excedeu a procura, e formei dois enormes caroços. Foi aí que uma amiga belga me disse “ põe couves portuguesas. A sério, põe-nas à volta das mamas, como se fosse um soutien, por dentro do soutien. Á hora da mamada elas já estarão cozidas, lavas bem o peito, dás o leite e depois pões couves novas. Pode ser lombarda…. Vais ver, vais parecer a Gina LoloBrigida!!!”. Adorei a ideia, e sobretudo a hipótese de me safar daquele tormento sem estragar nada, sem ele dar por isso, sem haver rasto que me escurecesse aquela memória.

Minhas Senhoras (sim, e Meus Senhores), Viva a Couve! Não há melhor. Tive outro caroço mais tarde e voltei a fazer o mesmo, e recomendei ao longo dos anos a mais amigas – e não há que enganar! Parece que há um qualquer efeito da couve na pele que ajuda a amaciar tecidos, e a fluir o que quer que seja que os compõe e alimenta, facilitando que tudo o resto se passe em paz. É “a” receita do aleitamento, o meu top of the pops, não pode ser melhor (tirando o nosso aspecto, entre a dita Gina LoloBrigida e a Jane do Tarzan…).

O Zé mamou seis meses, e depois foi a passagem de ano. Fui cinco dias para fora, de bomba atrás, de carro, sem ele. Fui tendo cada vez menos, esforçava-me por não tirar muito para ver se não crescia mais ( que típica!). Chegou o dia do regresso, dez horas de carro de volta a Portugal. É mesmo verdade: à medida que nos aproximávamos, o leite foi voltando. Achei que era só impressão, que era eu com saudades (muitas) do que sabia que nunca mais ía ter na vida – em princípio. Mas não, era mesmo, pura e simplesmente, leite. Porque estava a chegar-me a ele. Que mamou deliciado na minha maminha, depois de uma semana a papas e fruta… Só durou uma semana, mas foi dos Milgares mais bem conseguidos que já vi.

Como o nosso, de todos os dias. Como a vida. Como esta bênção, que não deveríamos descurar e de que deveríamos poder falar mais, mais vezes, com maior prazer ainda. Fomentar, criar condições, sorrir à passagem por uma mãe que amamenta num banco de jardim, comovermo-nos com um anúncio (não há) em que o único som fosse aquele delicioso, animal, baixinho e tãããão ritmado “glup, … glup, … glup” que eles fazem com mestria.

Não há NADA igual.

Eu só soube já crescida e mãe de filhos, que nunca tive peito. Pelos vistos não me fez falta, cresci saudável, correu tudo bem com a minha relação com os biberons, o corpo, a minha mãe.Mas o que eu ganhei com o aleitamento dos meus filhos não tem nome, nem tempo e espaço para contar, é maior que eu, é a própria vida. E a sensação de escorrer ternura, vou levá-la comigo para sempre, em cada sorriso que lhes devolver.

Margarida Pinto Correia

Retirado do BioNascimento

quinta-feira, novembro 03, 2005

Mais uma pesagem...18ª

7,175Kg foi o que nos mostrou hoje de manhã a balança do Centro de Saúde...

O André continua no precentil 10... e segundo a enfermeira é um bebé yo-yo... o que segundo ela, quer dizer que numas semanas engorda abaixo da média que devia e noutras semanas engorda muito acima...

O que interessa é que ele esteja bem... ele já come sopa ao almoço e ao jantar, e não me apetece muito introduzir-lhe mais uma refeição sólida, que neste caso seria o lanche e iria ser papa...

Agora temos de lá ir dia 22 para as vacinas da meningite e dia 29 para a consulta, que seria a dos 6 meses, digo “seria” porque ele vai estar quase com 8 mesitos.

quarta-feira, novembro 02, 2005

"aba"

Este é um dos sons... uma das "palavras" que o André nos diz... mas o que nos foi difícil de acreditar é que ele só a diz quando quer água... pois é... o nosso piolhito diz "aba" quando quer beber água...

Eu sei que é dificil de acreditar que um bebé que ainda nem tem 7 meses saiba pedir àgua, mas a verdade é que sabe e já tivemos algumas pessoas que presenciaram esse pedido.

Agora estamos na fase de tentar confirmar se "papa" ele também só diz quando quer e nos vê comer.

segunda-feira, outubro 31, 2005

30.000


Estamos a chegar às 30.000 visitas... quem será a(o) contemplada(o)?

Sim... quem é que vai receber uma grande beijoca???

domingo, outubro 30, 2005

Massagem Infantil - 4ª sessão

Hoje tivemos mais uma sessão do nosso curso de massagem infantil... o Zé Miguel não pôde estar presente porque foi trabalhar...aliás, nesta sessão o único papá presente foi o do T. ... a R. e os respectivos papás não estiveram presentes porque a “princesa” estava doente com uma laringite... (espero que melhores depressa R.)...

Esta 4ª sessão focou-se na massagem ao rosto e costas dos nossos rebentos... e eles portaram-se super bem, como sempre... o André não deixou que eu lhe fizesse a massagem ao rosto, o rapaz queria era comer-me os dedos... o T. estava deliciado, de barriguinha para baixo enquanto a mamã P. o massajava... a S. simplesmente adorava a massagem que a mamã I. lhe estava a fazer, eu acho que ela é a que se porta melhor, será por ser a mais novinha?
O A. também se porta sempre muito bem... aproveita sempre a massagem do princípio ao fim... na verdade todos os bebés gostam destes contactos com a mamã... e acho que todas nós também.

sábado, outubro 29, 2005

O teu nascimento... pelos olhos do papá!

A gravidez da Rute correu sempre muito bem desde o início até à data do Parto. Que me lembre, apenas dois desejos: tostas mistas e caracóis (este último foi impossível de realizar dada a altura do ano em que estávamos). Ela apenas teve algumas náuseas mas sem vómitos.

Duas semanas antes do parto que estava previsto para o dia 4 de Abril, conhecemos a Sandra Oliveira através da lista de Doulas e depois de visitarmos o seu site combinámos um encontro em sua casa, para que a Rute aprendesse alguns truques a nível da respiração e posições a adoptar no momento do parto e durante as contracções, uma vez que ela não teve aulas de preparação para o parto, e conhecer o contexto hospitalar previamente ajuda. Nesse encontro conversámos muito sobre o trabalho das Doulas e verificámos que nos encontrávamos na mesma linha de como poderia ser o parto. Tenho de confessar que foi ao ler o depoimento do parto da Ritinha (a filha da Sandra) que desisti da ideia de um parto fisiológico em casa, por ser demasiado arriscado, visto a assistência para tal não existir no nosso país e por haver métodos que poderiam levar a um parto hospitalar com total ausência de fármacos. Desde esse dia a Rute ficou em contacto com a Sandra.

No dia 7 de Abril, a Rute começou a perder pequenas quantidades de líquido amniótico, pelo que resolveu telefonar à Sandra, que nos acalmou dizendo que perdas pequenas não seriam motivo para alarme, e que a Rute fosse controlando os movimentos do André, no entanto, sugeriu que, para ambos ficarmos totalmente tranquilos, no fim do dia tentássemos fazer um CTG, para comprovar que estava tudo bem, omitindo a perda de líquido, o que fizemos. Durante estes dias resolvemos andar cerca de uma hora por noite e fazer muito amor, ou seja, usar todos os métodos que pudessem desencadear o parto naturalmente, a fim de evitarmos a indução, uma vez que as 40 semanas já tinham passado.

No dia 9 fomos almoçar a Palmela para comemorar o aniversário do avô paterno da Rute e foi aí que as coisas evoluíram. Durante o almoço e enquanto estava sentada não podia fazer movimentos sem que tivesse perda de líquido, pelo que resolveu dar-me uma dica sorrindo, para que a família não se apercebesse e entrasse em pânico. A Rute telefonou à Sandra, contou-lhe o sucedido e alertou que depois de almoço iria ao hospital fazer outro CTG, uma vez que as perdas tendiam a aumentar.

Por volta das 15h dirigimo-nos à maternidade do Hospital São Bernardo (Setúbal) para fazer o CTG, mas desta vez não me deixaram acompanhar a Rute. Como tínhamos estado a “esconder” à Obstetra que ela vinha a perder líquido, resolvi convencer a Rute a contar-lhe. Perante este cenário e dado que ela já estava há tempo demais lá dentro, fiquei a pensar que era desta que ela já não saía da maternidade.

Por volta das 18h30 a Sandra telefona-me a perguntar como estavam as coisas e eu respondi que pensava que a Rute iria ficar internada devido à situação com o líquido amniótico, pelo que a Sandra me perguntou se eu queria que ela fosse ter comigo, ao que eu respondi que sim, pois assim me sentiria mais seguro.

Por volta das 20h a Rute sai finalmente da maternidade dizendo que estava tudo em ordem, que tinha apenas dois dedos de dilatação e que provavelmente ainda não seria nesse dia que o André nascia. Esse momento coincidiu com a chegada da Sandra ao hospital.

Então decidimos ir fazer uma caminhada, para que a vinda da Doula não fosse em vão. Fomos a casa buscar uns casacos, pôr calçado mais confortável e seguimos, nós os dois, a Sandra e o meu cunhado Ricardo, com os carros para o hospital que fica perto da baixa da cidade. Daí seguimos a pé para a Av. Luísa Todi onde iríamos parar para tomar café. Durante o caminho e logo que saímos do hospital, a Rute teve a sua primeira contracção. Todos parámos e começámos a sorrir. A caminhada estava a sortir efeito, a Sandra sugeriu que a Rute verificasse se a posição de cócoras, ajudaria durante a contracção. Foi a posição que a Rute, mesmo em plena rua adoptou, eu agachava-me em conjunto com ela, segurava-lhe as mãos, enquanto a Sandra apoiava-lhe as costas, e assim foi a Rute lidando com as contracções. Não sei precisar quantas contracções a Rute teve até chegar-mos à avenida. Apenas me recordo da contracção em que estávamos em plena baixa e a Sandra pediu a uns miúdos que por ali andavam a fazer barulho, para fazerem silêncio.

Chegámos ao café na avenida e a Rute teve de ir à casa de banho. A Sandra começou a achar que aquela ida à casa-de-banho seria suspeita, no entanto a Rute insistia que estava bem, mas manifestou algum desconforto com o ambiente. Perante aquele cenário a Sandra perguntou à Rute se ela queria ir para casa, tomar um chá e ouvir uma música para relaxar enquanto podia fazer exercícios para ajudar o bebé a encaixar-se melhor. Ela respondeu-lhe que sim, mas uma contracção muito forte fez com que tivéssemos de ir buscar o carro, pois ela já não conseguia andar sozinha. O Ricardo foi rapidíssimo. Quando o Ricardo chegou com o carro tivemos de ajudar a Rute a andar até ele, e quando já estávamos próximos, ela teve outra contracção, baixou-se, a contracção passou e ela disse que estava com uma vontade enorme de fazer cocó. Esse era o sinal evidente que o André queria sair a qualquer momento.

Fomos imediatamente para o hospital. A Sandra foi atrás com a Rute e eu à frente, com o Ricardo a conduzir. A determinada altura a Rute começa espontaneamente a fazer a respiração superficial e rápida, como se já estivesse no período expulsivo. Acelerámos a marcha e chegámos rapidamente às urgências da maternidade.

A Rute entrou e eu e a Sandra ficámos à porta do gabinete da obstetra a ouvir o que se estava a passar. Ouvimos então a obstetra dizer: “ainda estás com dois dedos ( depois verificou-se que não era verdade), mas como a bolsa agora já rebentou, não te posso deixar sair daqui”. Nesse momento pensei que os nossos objectivos não seriam alcançados, uma vez que com todas aquelas dores e tão pouca dilatação, o mais certo era a Rute pedir uma epídural, mas tal não veio a acontecer.

A certo momento, a mãe da Rute (que é telefonista lá no hospital e conhece os “cantos à casa”) apareceu e entrou para acompanhar a filha. A partir daí entrei numa pilha de nervos sem explicação. Como sabia que o hospital de Setúbal era conhecido por não deixar entrar os pais na sala de partos, fiquei com a sensação de que não poderia assistir ao nascimento do nosso filho (que era simplesmente a coisa que eu mais desejava).
Entrei pela maternidade e quando cheguei à sala de dilatação estavam a passar a Rute para a sala de partos, porque já estava com sete dedos de dilatação (dilatação essa que já trazia desde a viagem até à maternidade).Não me deixaram entrar logo. Fiquei à porta com a Sandra à espera que me deixassem entrar, mas não se passava nada. Entretanto começo a ouvir os gemidos da Rute como se já estivesse a fazer força para “expulsar” o André. Aí é que eu me comecei a passar. A Sandra lá me acalmou, mas ia sempre dizendo: “Ela já esta a ter... e não te deixam entrar? Isto é incrível...”. O facto é que, momentos depois, a parteira (Enf. Flores) saiu e disse: “O senhor é o pai?”. Eu respondi que sim e ela voltou: “Então a senhora se faz favor vai para a sala de espera, o senhor veste esta bata e vem comigo”. Fiquei em pulgas, mas muito mais descansado. Despedi-me da Sandra, ela desejou-me boa sorte, mandou um beijo para a Rute e saiu.

Quando cheguei à sala de parto, a Rute já estava deitada na marquesa, toda preparada para o nascimento do André (sabíamos que esta não era a posição ideal, mas enfim... estávamos finalmente juntos) Fui posicionar-me do seu lado esquerdo, de forma a apoiar-lhe as costas quando necessitasse de fazer força. Ao meu lado esquerdo estava a minha sogra. Do outro lado estava a Obstetra (Dr.ª Benilde Magalhães) e uma Enfermeira. À frente das “operações” (claro), a Parteira.

Não sei precisar quanto tempo estivemos na sala de parto, mas aquilo pareceu uma eternidade. A Rute (muito segura) esperava concentradamente pela chegada das contracções ao mesmo tempo que eu dizia “vamos, vamos, é agora”, como que a indicar a chegada da contracção. Nos intervalos entre as contracções a Rute pedia apenas que a deixassem descansar.

A dada altura, comecei a ouvir a parteira dizer para a obstetra: “É pena esta membrana (Vagina Cepta - problema que lhe foi diagnosticado no “toque” já na sala de dilatação), senão ele nascia já. Se não nascer na próxima temos de ir para o bloco”. Fiquei a pensar... Mau... tanto trabalho e agora vai uma cesariana? Para piorar as coisas a obstetra respondeu: “Se não sair desta pomos os fórceps ou a ventosa”. Aí é que fiquei em pânico. Já não chegava o receio da cesariana e agora a médica queria usar “ferros” para tirar o André. Como sou conhecedor dos efeitos dessas manobras no bebé, fiquei ainda mais assustado mas sempre confiante no trabalho dos profissionais que estavam naquela sala.A parteira parou uns momentos e disse: “Não! Ela vai fazer muita força e é da próxima que ele sai!”. Fiquei mais descansado mas com receio de que o André não saísse ainda. A contracção veio, a Rute começou a fazer muita força, toda a gente começou a encorajar a mais força e... saiu. Foi lindo.

Foi o momento mais feliz da minha vida. Estava finalmente na companhia das duas pessoas que mais amo neste mundo: a Rute e agora o André.No momento em que ele saiu e começou a chorar, eu chorei com ele de tanta emoção e de tanta felicidade pelo facto de o ter visto pela primeira vez e de ver que estava tudo bem com ele. Depois agarrei-me à Rute a chorar e a beijá-la de tanta felicidade. Estava tão concentrado neles, que nem me apercebi da Parteira a dar-me a tesoura para cortar o cordão. Enfim, lá “separei” o André da mãe. Foi também um grande momento para mim.

A Rute sempre transmitiu à sua Obstetra Dr.ª Benilde Magalhães como ela gostaria que fosse o seu parto, e a verdade é que ela felizmente também esteve presente e ajudou a que as suas vontades fossem respeitadas. Foi curioso presenciar o contentamento dos profissionais de saúde com o facto de a Rute estar decidida a não querer recorrer a qualquer tipo de fármaco e com a sua postura activa em todos os momentos.

Por tudo isto, acho que foi um parto simplesmente espectacular, tanto para a Rute (segundo ela) que não sofreu “nada”, o teve como quis, como para mim que não gostaria mesmo nada de ver os dois a sofrer.A presença da Sandra foi muito especial, com a transmissão de conhecimentos à Rute (e a mim) sobre o parto hospitalar, passou a mensagem do que efectivamente seria bom que fosse diferente, mas transmitiu-nos que aquele não é o momento para conflitos, com o apoio que me deu na altura em que tudo parecia estar perdido e com o seu depoimento no BioNascimento sobre o seu próprio parto, pois foi aí que vimos que o parto não medicamentado em ambiente hospitalar não só era possível, como estava também muito nas nossas mãos.

sexta-feira, outubro 28, 2005

É complicado...

... levar o teu saco da comida...
... levar o teu saco com a roupa, fraldas e afins...
... levar a minha mala...
... levar o meu saco do comer...
... casacos...
... pegar em ti...
... descer as escadas, chegar à rua e ver que está a chover MUITO...

... como é que pego no guarda-chuva?...
... como é que consigo meter tudo no carro, sem nos molharmos?...
... como é que te meto na coque, sem que ambos fiquemos completamente molhados???...

...Manhãs assim são mesmo muito complicadas!!!

quinta-feira, outubro 27, 2005

A importância do choro...

A importância dos primeiros anos de vida ...

As estatísticas mostram que alguma coisa não vai bem nesse mundo.

O índice crescente de problemas sociais e a proliferação de livros de auto-ajuda e técnicas de terapia para recuperar a criança interior atestam o triste facto de que nos perdemos no caminho da criação de filhos.Cabe a nós, pais - apesar de nossas limitações pessoais - dar aos filhos um bom ponto de partida para a vida: ajudá-los a tornarem-se adultos emocionalmente saudáveis e satisfeitos, capazes de amar e de confiar nas pessoas.

O filósofo Blaise Pascal escreveu que " uma pedrinha afecta um oceano inteiro". Nossos filhos precisam ser pedrinhas que criam ondas de alegria e não de mais tristeza e sofrimentos.As reflexões actuais sobre a nossa incapacidade de preencher as necessidades das crianças apontam para a importância dos primeiros anos de vida, evidenciando que os três primeiros anos são particularmente importantes.

O que devemos fazer nesses primeiros anos para assegurar que nossos filhos tenham a melhor oportunidade de se tornar saudáveis e felizes como eles merecem? Imagine o que uma criança dessa idade nos recomendaria se pudesse falar:
Tenho onze meses. Ainda não posso falar, então quando eu sinto sede, cansaço, quando estou molhado, sozinho, doente ou com dor, eu choro. Esse é o único meio de que disponho para mostrar a meus pais que alguma coisa não vai bem.Se ignoram o meu choro, acontece que minhas necessidades aumentam e eu sinto-me ainda mais infeliz. Ainda por cima eu tenho que enfrentar o facto de que ninguém parece importar-se comigo. Tenho a certeza que a minha mãe sentiria a mesma coisa se ela estivesse chorando e o meu pai não ligasse para ela. É arrasador imaginar que ninguém se importa com connosco.

Quando minhas lágrimas são ignoradas eu começo a pensar que não importa o que esteja errado comigo e nem o quanto eu chore, jamais serei atendido. Tenho medo, porque se eu não for atendido, posso morrer, pois ainda não sou capaz de satisfazer as minhas próprias necessidades. Sabe, eu não tenho noção de tempo e para mim dois minutos parecem uma eternidade.

Às vezes eu paro de chorar - mas não estou aprendendo a ser paciente - aprendi o que é o desespero. Quando páro de chorar, quer dizer que perdi toda a esperança de voltar a ser amado um dia e tudo o que sinto é desamparo e desânimo. Temo jamais aprender a me expressar em palavras se não me permitirem que eu me expresse chorando. E temo que se me frustrarem assim muitas vezes, eu me retraia e não sinta mais nada.

É claro que é assustador pensar que ninguém se importa em satisfazer as minhas necessidades. Na verdade, quando meus gritos são ignorados eu começo a imaginar que o mundo é um lugar ruim e temo que com isso eu enxergue a vida de um modo negativo e egoísta. Mas quando as minhas necessidades são satisfeitas eu me sinto amado e seguro o suficiente para retribuir esse amor aos outros e mais tarde para meus próprios filhos. Eu quero sim me tornar uma pessoa amorosa e responsável, mas como vou aprender a ser assim se não tiver um exemplo a seguir?

Fico muito sozinho quando meus pais se afastam de mim. Durante nove meses eu e minha mãe fomos inseparáveis e eu senti muito amor dentro dela. Ela era tudo o que eu conhecia quando cheguei nesse estranho planeta. Vou precisar de algum tempo - uns três anos ou mais - até eu desenvolver confiança e estar preparado para outras pessoas cuidarem de mim. Quanto mais seguro eu me sentir agora, menos tempo será necessário. Se eu for obrigado a enfrentar essa separação antes de estar pronto, vai demorar um pouco mais. Na verdade, talvez eu nunca atinja o nível de maturidade que eu espero alcançar quando for adulto.

À noite eu gosto de dormir perto de meus pais. Poder tocá-los e ouvi-los na escuridão da noite é o único modo de eu saber que eles não desapareceram. Tenho outras razões para querer que estejam por perto: sua presença ajuda a regular os batimentos do meu coração, minha pressão, temperatura e ciclos de sono, e sua respiração regula a minha própria!

Adoro mamar no peito. O leite materno é o melhor alimento para mim, tem substâncias importantes que o leite em pó não tem e que me ajudarão a permanecer saudável durante muitos anos. Quando minha mãe me amamenta ela produz uma hormona que a deixa feliz também. Melhor de tudo, a amamentação me aproxima de minha mãe.

Não tenho a intenção de tirar proveito dos meus pais. Eu amo-os profundamente. Só peço os mesmos cuidados que foram dispensados aos bebés durante milhares de anos, antes da nossa época. Se as minhas necessidades forem preenchidas eu serei livre para demonstrar todo o amor e confiança com que nasci. Tudo o que eu desejo é uma oportunidade de expressar plenamente esse amor.
por Jan Hunt, Psicóloga Directora do "The Natural Child Project



Retirado daqui

quarta-feira, outubro 26, 2005

Soube tão bem...

... depois de tomar o meu duche ir dar-te de mamar e sentir as festinhas que me fazias enquanto te alimentavas...

... ver-te adormecer no meu peito e deitar-te na cama para que pudesses descansar mais um pouco...

... observar a tua carinha serena enquanto dormias...

... deitar-me junto a ti, namorar-te e perder a noção do tempo...

... ver o sorriso que me ofereceste quando acordaste...

... soube tão bem!

segunda-feira, outubro 24, 2005

Dia em cheio!

Ontem foi um dia em cheio...

Fomos almoçar com os meus pais... e com uns primos da minha mãe... conheci uma prima da minha mãe e a sua filhota linda de um ano de idade! O André comeu pela primeira vez a sopa com a carninha... perú... e adorou! Mais uma etapa que ele começou e como sempre, da melhor maneira.

Às 15h lá estávamos nós prontos para mais uma sessão do nosso curso da massagem infantil... desta vez o André não deixou que lhe fizessemos a massagem toda... estava cheio de sono e o que queria mesmo era o colinho da mamã ou do papá para adormecer. Esta sessão focou-se na zona do peito, repetindo contúdo,o que tínhamos aprendido nas 2 sessões anteriores...

Para além do curso, estas sessões também servem para as mamãs trocarem experiências, uma vez que conversamos bastante no início de cada sessão... desta vêz falamos sobre o choro (a Sandra recomendou-nos um livro fantástico acerca deste tema), sobre o facto dos pequenotes dormirem com os pais ou no quarto deles... enfim... sobre uma série de temas bem interessantes para estas recém-mamãs!

O que a Sandra também nos mostrou é que é muito mais benéfico para a amamentação, o André beber a àgua dele pelo copo do que pelo biberon... Estamos sempre a aprender!!!

Depois viemos para casa... o papá foi ver o jogo do Vitória (perdeu 1-0) e nós ficámos a brincar o resto da tarde... ao jantar comeu pela primeira vez sopinha, esta só de legumes...

Pois é, hoje tivemos um dia em cheio no que se refere a coisas novas... iniciaste a tua alimentação com a carne e também a sopa ao jantar... já fazes duas refeições como "gente grande"!

sexta-feira, outubro 21, 2005

Beijinhos...

Beijinhos... e bom fim-de-semana para todos...

Eu vou aproveitar o meu rapaz ao máximo... isto de só estar com ele logo de manhã e depois só ao fim do dia dá conta do coração de qualquer mãe... estou cheia de saudades do meu piolhito...

Espero que este fim-de-semana seja muito bem passado, uma vez que o papá não vai trabalhar... mas tenho tantas coisas para fazer em casa...

quinta-feira, outubro 20, 2005

Vacinas dos 6 meses - 17ª Pesagem

O André foi hoje a mais uma pesagem no Centro de Saúde... e aproveitamos para que ele levasse também as vacinas dos 6 meses.

O papá foi connosco e ficou a saber o que custa ver o nosso menino a ser picado duas vezes...

O piolhito está com 6.790 kg... sei que deveria ter engordado um pouco mais mas sinceramente não estou nem um pouco preocupada com isso porque ele é um menino muito bem disposto, muito activo e que está a "crescer" muito bem.

Quando chegou a altura de lavar as vacinas ele estava muito bem... primeiro tomou as gotas às quais ele fez uma cara muito feia, depois foi picado na perna esqurerda e só quando o líquido começou a entrar na perninha é que ele começou a chorar... dei-lhe muitos miminhos, ele acalmou-se mas depois veio mais uma picadela, esta na perna direita... dei-lhe mais miminhos.... mas desta vez demorou mais a consolar-se...

As lágrimas vieram-me mais uma vez aos olhos... acontece-me sempre isto quando o levo às vacinas... é mais forte que eu! O Zé Miguel também ficou um pouco "aflito" ao ver o filhote assim

Fomos a casa, dei-lhe o supositório e agarrei-o bem junto a mim... sei que é para o bem deles, mas que me custa muito isso custa.

terça-feira, outubro 18, 2005

Massagem Infantil - Sandra Oliveira...

Vou colocar aqui as respostas que a Sandra Oliveira deu sobre a massagem infantil... pode ser que ajude algumas mamãs para além daquelas que pediram informações.

Rute,

Obrigada pelas tuas palavras. Na verdade eu é que tenho que vos agradecer, pois é muito importante para mim ter-vos presente nesta minha etapa, e é uma excelente forma de dar umas beijocas boas a voçês três, principalmente ao Príncipe, que curiosamente se desfaz em sorrisos aqui para a Doula. As crianças sabem ler nos nossos olhos quando realmente gostamos dela.

Para a Inês, neste curso já não temos vagas,e tb já vamos para a 3ª sessão, mas se tiveres interessada num próximo, manda-me um mail, que eu depois contacto-te.

Bjs cheios de carinho!!!
sandra (doula)



Bem, Rute, antes de mais obrigada pela divulgação. Logo que possa tratarei de fazer o mesmo no meu site.

Não tenho palavras para transmitir o prazer que sinto naqueles dias. No último, aqui só entre nós, antes de ir, tive uma pequena chatice com o maridão. Chorei porque não queria estar stressada para a massagem, de forma a não transmitir nervosismos. Não é que foi só começar a preparar a sala, a colocar as almofadas da bonecada, e a músiquinha, comecei a melhorar, quando os bébes e "companhia" começaram a chegar, eu já nem me lembrava de tal incidente. Só espero que um dia o André, quando tiver 5 anos, seja ele a fazer umas massagens á Sandra!!!

Bem, agora relativamente á Massagem Infantil no Porto, no site da APMI, os contactos para a zona do Porto são:

Susana Pichel

22 831 9078

91 941 9220

mrusso@iol.pt

Vila Nova de Gaia



Ivone Almeida

22 205 95 84

Associação Asas e Raízes

Porto

Centro Labirinto

Porto

256 374730

PsicoViana

Viana do castelo

96 553 44 79

E as cólicas da Maria, convém ter atenção á alimentação, e não menos importante ao afecto. As cólicas não são só resultado de questões físicas, as emocionais também ajudam.

Bjs
sandra (doula)

segunda-feira, outubro 17, 2005

Massagem Infantil - 2ª aula

Ontem fomos à 2ª aula da massagem infantil dada pela Sandra Oliveira... esta segunda aula focou-se na zona da barriga... é maravilhoso ver como os bebés adoram ser massajados e como isso os relaxa...

Para além da termos aprendido a efectuar as massagens na barriguinha do André, também aprendemos uma que é eficaz em relação às cólicas... esta é uma massagem que deve ser efectuada 3 vezes por dia. A Sandra já me tinha ensinado esta massagem e a verdade é que o André nunca mais teve cólicas desde que a faço.

O André porta-se muito bem nas aulas e adora quando eu lhe faço as massagens em casa... é um momento muito calmo e que eu acho que nos aproxima ainda mais!

Bem... estamos prontos para a próxima aula...

sábado, outubro 15, 2005

Acabadinha de tirar...

Esta fotografia foi acabadinha de tirar...

Sim ainda é muito cedo mas a mamã tem de ir à praça comprar legumes para fazer a minha sopinha e frutinha fresca para eu comer...

A minha avó Lina saiu às 8h do trabalho e vai lá ter connosco o meu tio Ricardo e o meu Avô Zé M. também vão... eles não perdem uma oportunidade de estar comigo!

Beijocas e bom fim-de-semana para todos...

quinta-feira, outubro 13, 2005

Parabéns Mãe!... avó...

Mãe, neste dia tão especial não podia deixar de te desejar um Feliz Aniversário... que tenhas um dia muito feliz, cheio de prendas mas principalmente cheio de amor! É o desejo da tua filha que te ama muito, do teu genro e do André.

Esta é a primeira vez que vais ter um neto para te "cantar" os Parabéns e sei que só isso já torna este dia inesquecível para ti!

quarta-feira, outubro 12, 2005

Presente...

Este foi o presente que a minha tia São (a que fez anos ontem) ofereceu ao André...

A cadeira chegou directamente de França em Agosto mas só agora é que tive tempo de tirar uma fotofrafia e colocar aqui...

Eu acho-a muito gira e o André também deve achar porque gosta muito de lá estar sentado... até deixa comer os papás descansados enquanto alí está.

Obrigada tia, a cadeira para além de gira dá mesmo muito jeito!

terça-feira, outubro 11, 2005

Parabéns a triplicar...

Hoje é o dia de aniversário de 3 pessoas da minha família...

Duas delas são minhas primas... são irmãs... gémeas e fazem 13 aninhos, a outra pessoa é minha tia... a única irmã da minha mãe... o resto são só irmãos...

Para vocês Isa e Ana e para ti Tia São (Maria da Conceição)... um Feliz Aniversário!